quinta-feira, 25 de junho de 2026

COLETIVO DE GUAÇUÍ ENCERRA CIRCULAÇÃO DE ESPETÁCULO PARA AS INFÂNCIAS COM SUCESSO

 

Coletivo Guaçuí em Cena, surgido das oficinas do Ponto de Cultura “Gota, Pó e Poeira”, realizou no período de dia 21 a 29 de abril deste, uma série de seis apresentações gratuitas da peça “O menino que virou história”, para público espontâneo e estudantes das escolas municipais e estaduais, tendo como objetivos facilitar o acesso dos mesmos aos bens culturais, formação de plateia e, ao mesmo, exercitar seu processo de profissionalização no mercado das artes cênicas.

O espetáculo foi apresentado em cinco cidades: Guaçuí, Serra, Alegre, Anchieta e Cachoeiro de Itapemirim, dentro do edital 19/2024, do Funcultura/PNAB, de projetos para as infâncias. Com a aprovação nesse edital, a peça passou por uma reformulação em seu elenco e também em seu cenário, para facilitar na sua circulação em espaços alternativos pelos municípios capixabas.

“O Menino que Virou História" é uma peça infantil que narra a aventura de Rafa, um garoto que detesta ler e é forçado a frequentar uma biblioteca. Lá ele conhece Zig, uma traça leitora que o introduz ao "Reino das Páginas", onde ele descobre inúmeras aventuras, personagens incríveis e o prazer da leitura. A história destaca a importância de ler para evitar que livros e os personagens desapareçam.

Para contar essa história, o diretor do espetáculo Carlos Ola teve a presença dos atores do Coletivo Guaçuí Em Cena: Yago Cindra, Rafaela Carvalho, Saulo Matos, Eduarda Pascoal, Matheus Soares, Caio Pereira e Scarlaty Couzi, além de Neuza de Souza na sonoplastia. “Todos do elenco têm grande encantamento pelo texto de Nanna Castro que trata de forma lúdica a necessidade do incentivo à leitura. São personagens bem construídos e que levam à reflexão tanto da criança quanto do adulto”, garante o diretor.

Para Rafaela Carvalho, atriz que interpreta Zig, o texto trata de assuntos que vão além do incentivo à leitura, pois evidencia também a questão de ser diferente dentro de um universo padrão e oferece campo para se discutir até mesmo o bullyng e a rejeição. “O espetáculo é uma grande reflexão sobre a aceitação e isso o faz uma ferramenta para também os educadores”, declara.

A estreia do trabalho nessa nova temporada aconteceu no dia 21 de abril, no Teatro Municipal Fernando Torres, em Guaçuí, com entrada franca e contando com excelente público. Depois seguiu apresentando em espaços alternativos e também em escolas da rede municipal e estadual.

Além dessas cinco apresentações oficiais da mini temporada, o Coletivo retornou à cidade da Serra quando fez mais duas apresentações do espetáculo dentro da 4ª Mostra de Teatro da Serra a convite do Teatro Estação Cidadania e Cultura, no dia 10 de junho, para uma plateia formada basicamente de estudantes. Já nessas apresentações contou com a participação dos atores Warlei Mota e Kaio Rodrigues.